João Manoel Soares Barros, também empregado da Gautama, já está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para ser ouvido pela ministra Eliana Calmon no inquérito que apura o envolvimento de 47 pessoas no esquema de fraudes em licitações, desvio de recursos de obras públicas e aliciamento de agentes administrativos desvendados pela Operação navalha, da Polícia Federal.
A ministra determinou o encaminhamento dos funcionários da construtora após o proprietário da Gautama, Zuleido Veras ter se recusado a depor. Também serão ouvidos Abelardo Sampaio Lopes Filho, engenheiro e diretor da Gautama; Gil Jacó Carvalho Santos, diretor financeiro da construtora; Dimas Soares de Veras, funcionário e irmão do dono da empresa; Rodolpho de Albuquerque Soares de Veras, filho do dono; a funcionária Tereza Freire Lima, além de Henrique Garcia, administrador ligado à empresa.