O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, Roberto Wider, participou da sessão plenária desta quinta-feira (21) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antes, ele falou com os jornalistas e afirmou que depois do trabalho conjunto que ocorreu entre o TSE e o TRE-RJ, se convenceu de que realmente é mais importante preservar a garantia para o eleitor.
Questionado sobre as ameaças que alguns eleitores sofrem com a determinação por traficantes de tirar fotos da urna eletrônica para provar que votou no candidato do tráfico ou da milícia, o presidente acredita que é uma questão fantasiosa. Para ele, a efetividade da ameaça é remota, até porque é possível tirar a foto e modificar o voto em seguida de modo que nada é feito.
Nós estamos garantindo que a urna eletrônica é absolutamente inviolável para efeito de conhecimento. Nem a Justiça Eleitoral sabe em quem pode ter votado naquele momento?.
Acrescentou que a expectativa é de que a segurança comece a atuar na próxima semana. ?No momento em que se decide uma medida é importante que seja implementada logo, então se já se decidiu isso, faremos para logo, de imediato, o que for necessário dentro dessa área?.
Em relação as áreas em que a força federal deve atuar, o presidente falou sobre 20 comunidades abrangendo a região metropolitana do Rio de Janeiro. Entre elas, Caxias, Nilópolis, São Gonçalo, Nova Iguaçu e, num segundo momento, também poderá abranger a região de Niterói. Ele falou que a prioridade será dada primeiro para lugares mais críticos, que no momento estão exigindo uma atenção maior, como nos morros da capital.
Clique aqui e ouça a íntegra da entrevista do presidente do TRE-RJ, Roberto Wider
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CM/BA